Os produtos de baixas calorias são parte da vida cotidiana, e é possível que os utiliza para manter o peso ideal ou reduzir o colesterol. No entanto, você deve saber que o seu consumo excessivo pode gerar problemas de saúde, devido aos aditivos que contêm.


Alimentos light: em excesso podem causar dano renal


Chamamos aditivo a toda substância, principalmente obtida em um laboratório que é usado durante o processamento de um produto alimentício para dar-lhe um determinado valor em animais não vacinados ou propriedade. Com efeito, esses ingredientes altera as características organolépticas (que são percebidas através dos sentidos) para, por exemplo, um iogurte aromatizado, ressaltar a cor de um doce, adoçar um refrigerante light ou melhorar um processo de conservação.


Assim, estes componentes químicos podem ser aromatizantes, adoçantes (edulcorantes), corantes, emulsionantes (que permitem unir água e óleo) e conservadores, principalmente. Alguns dos mais utilizados são: sacarina, aspartame, conservadores de sódio, benzoato de sódio, ciclamato monossódico, glutamato monossódico), ácido benzóico, borracha, lápis de cera e amido de milho.


“São aditivos , desde o momento em que, de forma intencional servem para modificar as características de algum alimento, por isso que quando você consome o ser humano em excesso e durante um tempo prolongado podem afetar a sua saúde”, afirma Rebeca Castro Leyva, nutricionista e exjefa de Nutrição e Dietética do Hospital Geral de Área 2-A Troncoso do Instituto Mexicano do Seguro Social (IMSS), na Cidade do México.


Perigo latente


A especialista aponta que os riscos destas substâncias são relacionadas com a quantidade de aditivos empregados no alimento, além da freqüência com que são consumidos. Por isso, aqueles que ingerem regularmente estão mais expostos a sofrer efeitos adversos na sua saúde que quem os toma de vez em quando.


“Esses produtos devem ser consumidas com moderação e não são recomendados nas fases de crescimento (infância, adolescência, gravidez e amamentação), já que são períodos em que se requer maior aporte de carboidratos, gorduras e proteínas”, reconhece a entrevistada, que atualmente se dedica à consulta privada e faz parte da associação civil Compaixão, que se concentra em pesquisa e consultoria em temas de nutrição infantil.


A nutricionista explica que em nenhum momento se pode considerar que a inclusão de alimentos light na dieta permite perder peso, pois, se é verdade que contêm, em média, 30% menos calorias, gordura, sódio e açúcares do que os produtos normais, uma baixa ingestão desses componentes pode resultar em hipertensão (pressão arterial elevada), distúrbios gástricos ou disfunção renal.


Desta forma, explica que o rim sobrecarga quando se abusa no consumo de aditivos, já que essas substâncias não são naturais; foram criadas para dar melhor sabor, odor, cor ou consistência, mas o organismo não pode processá-los por completo, porque não está capacitado para isso.


“Na minha prática, eu não recomendo alimentos light como parte dos planos de alimentação, ou para substituir outros produtos naturais ou para consumir na forma comum, devido às cargas osmolares (quantidade de partículas por filtrar) que o rim deve ser processado com os aditivos“, reconhece a entrevistada.


Além disso, explica que muitas pessoas consideram que a sua saúde irá melhorar em caso de consumir apenas produtos light ou sem colesterol, mas esclarece que isso não é verdade e que, inclusive, podem cair em armadilhas publicitárias. Neste sentido, a especialista aponta que a embalagem de alguns pães de caixa tem a legenda “livre de colesterol“, sendo que o pão, por definição, não contém esta substância, pois não é feito com gordura de origem animal. Mais bem, o que o fabricante procura com esta etiqueta é melhorar a percepção de seu produto e encarecerlo.


“É vital que os consumidores saibam que basta tomar maior quantidade de água e fibras através de frutas e legumes para que o nosso organismo se leve o mau colesterol; além disso, desta forma é possível prevenir o aparecimento de câncer de cólon”, aponta a nutricionista.


Recomendações


Rebeca Castro nos dá várias dicas para evitar os aditivos e desfrutar de uma alimentação saudável:



  • Devemos fazer um consumo responsável, não só dos alimentos light, mas de todos em geral. O ideal é ter uma dieta saudável, baseada em produtos naturais e de preferência sem aditivos.

  • Temos que ler os rótulos para saber os valores nutrimentales de cada produto, como quantidade de gordura, açúcar e outros nutrientes. Isso nos permitirá saber se nos convém consumir, ainda mais se se tiver diabetes (elevada concentração de açúcar no sangue), obesidade ou pressão arterial elevada. Também é importante saber que tipo de gorduras contém, e lembrar que devemos evitar as saturadas ou hidrogenadas.

  • Podemos tomar ocasionalmente alimentos light, como em algumas reuniões, onde servem bebidas deste tipo, mas só em tais circunstâncias.

  • Aqueles que já sofrem de algum mal renal devem evitar os conservadores para não danificar mais os seus rins.

  • As pessoas saudáveis devem ingerir 2 litros de água natural por dia, e não substituindo-a por refrigerantes. Infelizmente, devemos lembrar que o México tem o maior índice de consumo a nível mundial por pessoa dessas bebidas, o que foi prejudicial.

  • É importante acabar com maus hábitos alimentares, como comer mal. Por exemplo, há pessoas que comem bolo com um refrigerante light, pensando que com isso não engordarán, apesar de os açúcares contidos no pão ou a maionese.

  • Outro mau hábito por banir é não tomar o pequeno-almoço. Além de que saltar esta refeição faz com que o organismo funcione de forma ideal, passar longos períodos sem comida, favorece o aparecimento de gastrite (inflamação do estômago). O mais conveniente é o de preparar algo em casa, a fim de assegurar a sua higiene.

  • Atualmente contamos com um guia adequado para a nossa alimentação: o Prato de boa comida. Ele nos recomenda consumir maior quantidade de fibra através de frutas e legumes, menos quantidade de cereais e muito menos açúcares refinados.

  • Devemos começar a educação alimentar em casa. Não é suficiente que ele proíba a junk food nas escolas quando a alimentação em casa consiste em refrigerantes, hambúrgueres, pizza e sucos embalados.

  • Sempre será importante favorecer a atividade física constante, 30 minutos de exercício por dia são suficientes.

Finalmente, afirma Rebeca Castro, “no México existe uma norma sobre o uso de aditivos nos alimentos, mas hoje em dia não se aplica com o mesmo rigor que em outros países. Por sorte você está trabalhando neste tema e esperamos que em breve tenhamos resultados positivos”.

A todos nos aconteceu: passamos horas colados livros ou computador, prepare-se para passar esse exame e, à mera horas, nos falha a memória! Por isso, a seguir apresentamos alguns alimentos que melhoram a adesão e serão de grande ajuda este fim-de-cursos.


Alimentos, Memória


Quando o cérebro tem a tarefa de “lembrar-se”, registra-se uma série de movimentos a nível neuronal (neurônios são as células desse órgão vital), que requerem um sem-número de elementos para que o objetivo seja alcançado. O organismo adquire essas substâncias, principalmente, a alimentação, o que suministrárselas nas quantidades necessárias, no momento oportuno, redituarán em excelente trabalho intelectual e estímulo à criatividade.


Estes são os compostos que dão boa saúde para o cérebro e os alimentos que se podem encontrar:



  • Cálcio e fósforo. Ambos permitem a transmissão de informações entre os neurônios, regulando processos mentais que intervêm na forma importante na memória. Estão presentes em peixes, leite, queijo, ovos, amêndoas, avelãs, nozes e germe de trigo. A forma de suplemento nutricional pode consumir lecitina de soja, que bem pode ser tomado todos os dias (uma colher de chá depois de cada refeição), já que, além de motivar as atividades cerebrais, tem a ação de equalização dos níveis de colesterol, ou seja, baixa o ruim e aumenta o bom.

  • O Cobre. Mineral que equilibra o organismo e tem efeitos sedativos para fornecer a concentração durante o trabalho intelectual. Encontra-Se em germe de trigo, leite e seus derivados, espinafre, fígado e gema de ovo; além disso, ajuda na formação de glóbulos vermelhos, responsáveis por levar oxigênio para o cérebro por meio do sangue.

  • Magnésio. Elemento que reforça a memória e estimula o bom funcionamento dos neurônios. Pão integral, chocolate, grão de bico, feijão, arroz, espinafre, mamão e banana, além de germe de trigo são ricos neste mineral.

  • Glicose. É um dos principais sustentos do cérebro durante a atividade intelectual, o que é recomendável consumir mel ou suco de frutas, de forma equilibrada, pois o excesso pode trazer outro tipo de problemas (como diabetes), e uma baixa taxa de administração pode levar a hipoglicemia (nível reduzido de açúcar) que faria com que o cérebro funcione de forma adequada.

  • Aminoácidos e oligoelementos. Este conjunto de alimentos ativa a potência cerebral e, em particular, a capacidade de se lembrar. Por se fosse pouco, eleva o estado de espírito. Nós os encontramos, de preferência em frutos do mar, peixes, levedura de cerveja e amêndoas.

  • Vitaminas. A vitamina a (retinol) repara os tecidos, é importante para a visão, combate bactérias e infecções e ajuda na formação de ossos e dentes. Está presente na carne de frango, peixe, acelga, agrião, espinafre e cenoura. As vitaminas do grupo B, incidem significativamente nas mudanças de humor e o desempenho do cérebro. Um exemplo disso é a tiamina ou vitamina B1, essencial para o bom funcionamento do sistema nervoso e que, além disso, provoca o apetite e ajuda ao crescimento e ao bom estado dos músculos. A contém carne de porco, vegetais de folhas verdes, legumes, gema de ovo e levedura de cerveja, assim como cereais integrais, fígado e leite. Sua deficiência pode levar a perda da consciência, diminuição de memória e potencial dano cerebral. Por sua parte, tocoferol, a vitamina c E se encarrega de proteger os glóbulos vermelhos, é essencial para o bem-estar das células do organismo e a prevenção de coágulos sanguíneos internos. As oleaginosas em geral, como nozes (de Castela e da Índia), castanhas e amêndoas são a mais notável fonte desta vitamina.

  • Carboidratos. São a principal fonte de energia para todas as funções do corpo, desde uma caminhada até pensar, dormir e memorizar; encontram-se em milho, feijão, arroz, omeletes, trigo, pão, farinhas, massas, aveia e frutas, assim como em frutas como o figo, banana, melancia, maçã, morango, mamão, pêssego, pêra, laranja, abacaxi e manga. O seu consumo excessivo pode desencadear ou acentuar diabetes e problemas cardiovasculares (coração e vasos sanguíneos).

Embora seja de vital importância para qualquer idade, o pequeno-almoço é peculiarmente valioso para os alunos do ensino médio e a universidade, isto é, jovens e adultos que precisam para evitar que diminua a velocidade e precisão da memória. É assim que se sugere comer ovos, mexidos ou cozidos, com uma fatia de presunto, um copo de leite ou iogurte, um pedaço de queijo, nozes e amêndoas.


Antes da refeição, e a forma de refresco, os nutriólogos recomendam que se ingira frutas ou suco natural, embora um chocolate de vez em quando ajuda. Lembre-se que é importante jantar algumas horas antes de dormir, já que, desta forma você prepara o organismo para a intensidade do dia seguinte, o que não é recomendável “pular” nenhuma das três refeições.


Para arredondar uma alimentação plena, podem ser considerados os suplementos alimentares e vitamínicos, já que compensam a possível falta de nutrientes (muitos deles incluem em sua formulação compostos, como ginseng e gingko biloba, os quais estimulam o cérebro para funcionar corretamente).


Duas dicas mais de vital importância: procura dar ao corpo o descanso usando o sono, pois assim recarrega as energias perdidas pelo trabalho intelectual, e fique longe do álcool, cigarro e outros estimulantes que podem alterar o desempenho natural do cérebro.

O chá de alecrim com ginko biloba e catuaba ou xarope natural preparado com mel, guaraná e ginseng são alguns exemplos de excelentes remédios caseiros e naturais que podem ser usadas para tratar a impotência sexual masculina. Conheça as principais causas e como é feito o tratamento para a disfunção erétil aqui.


Este problema ocorre geralmente em homens entre os 50 e 80 anos de idade e a ansiedade, depressão ou perda de libido e desejo sexual são algumas das causas que podem causar disfunção erétil.


O uso de suplementos naturais, também é uma opção natural, o exemplo disso é o Maxcontrol que é totalmente natural feita da maca dos andes usada para disfunções sexuais.


Na maioria dos casos, o que geralmente ocorre é que a ereção não acontece, ou se acontece não é suficientemente rígida para permitir a penetração e a uma relação sexual satisfatória. Assim, alguns remédios naturais são:


1. Chá de alecrim com ginko biloba e catuaba


Este chá é composto por plantas medicinais com propriedades afrodisíacas, sendo que o alecrim e o catuaba estimulam e aumentam a libido, e o ginko biloba ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo durante a ereção. Este chá pode ser tomado com estes 3 componentes separadamente ou em conjunto. A forma de prepará-lo é a seguinte:


Ingredientes:



  • 100 gramas de alecrim;

  • 100 gramas de ginko biloba;

  • 100 gramas de Catuaba.
5 os Remédios para a Disfunção erétil

Método de preparação:



  • Misture as ervas secas e preparar o chá utilizando 20 g da mistura. Para preparar o chá, coloque em uma panela 20 gramas da mistura e adicione 1 litro de água fervente.

  • Cubra e deixe repousar por 15 minutos antes de servir.

Este chá deve ser bebido 4 vezes ao dia durante 7 dias, respeitando sempre todas as quantidades referidas já que, ainda que esta é uma opção natural, estas plantas acabam sempre estimulando o organismo.


2. Chá com casca de Muira puana


O chá com Muira puana ou também chamado de Marapuama melhora a circulação sanguínea e aumenta tanto o desejo sexual como a libido, o que é uma ótima opção para ajudar no tratamento da impotência sexual. Para preparar este chá é necessário:


Ingredientes:



  • 2 colheres de sopa de cascas de Muira puana;

  • 1 litro de água.
5 os Remédios para a Disfunção erétil

Método de preparação:



  • Colocar as cascas de Marapuama em uma panela com 1 litro de água e deixar ferver durante 20 minutos.

  • Passado esse tempo, você deve desligar o fogo, tampar e deixar repousar durante 30 minutos aproximadamente, até que esteja morno, deve-se coar antes de servir.

Este chá deve ser ingerido 3 a 4 vezes ao dia, todos os dias, até que desejar ou até que se verifique melhoria.


3. Chá de tribulus


Este chá tem propriedades que aumentam a produção de testosterona, por isso é muito usado no tratamento da impotência e, além disso, aumenta o desejo e o apetite sexual. Para preparar este chá é necessário:


Ingredientes:



  • 2 colheres de chá de folhas secas de tribulus (Tribulus terrestris);

  • 500 ml de água fervente.
Tribulus Terrestris (tribulus) para aumentar o apetite sexualTribulus Terrestris (tribulus) para aumentar o apetite sexual

Método de preparação:



  • Em um copo coloque as folhas secas e adicionar 500 ml de água fervente, deixando repousar durante 10 minutos.

  • Coar sempre antes de beber.

Este chá deve ser bebido 2 vezes ao dia, todos os dias, até que se verifiquem melhorias.


4. Chá de Ginseng


Esta raiz é excelente para aumentar a libido, melhorar o desempenho sexual masculino, além disso possui propriedade vasodilatadora, que melhoram o fluxo sanguíneo do pênis. O gingseng que também influencia positivamente na qualidade do sêmen e mobilidade dos espermatozóides. Para preparar este chá, você precisa de:


Ingredientes:



  • 4 fatias de Raiz de Ginseng chinês ou vermelho;

  • 1 xícara de água.

Chá de Ginseng


Chá de Ginseng


Método de preparação:



  • Coloque as fatias em 1 copo.

  • Em uma panela coloque a água e quando estiver a ferver adicione a água à tigela com as fatias de ginseng.

  • Deixe repousar durante 5 minutos, tapado copo com um pano. Em seguida, deixe esfriar um pouco, coe e beba.

Este chá deve ser tomado 3 vezes ao dia, todos os dias, até que quiser, ou até que sinta melhorias.


5. Xarope caseiro com mel, guaraná e ginseng


Este xarope caseiro possuía propriedades energéticas, estimulantes e fortificantes que ajudam a ter mais disposição durante a relação sexual, além de melhorar a circulação sanguínea o que aumenta a ereção peniana. Para preparar este xarope são necessários:


Ingredientes:



  • 1 xícara e meia de mel de abelhas;

  • 1 colher de chá de guaraná em pó;

  • 1 colher de sopa de folhas de hortelã;

  • 1 colher de chá de ginseng em pó.
5 os Remédios para a Disfunção erétil

Método de preparação:



  • Em um recipiente de vidro escuro com tampa adicione todos os ingredientes e misture bem com uma colher até obter uma mistura homogênea.

Deve-se tomar 1 colher de sopa deste xarope todas as manhãs, sempre que quiser ou sentir necessidade. Este xarope, porém, é contra-indicado para hipertensos, gestantes, diabéticos e durante o período de amamentação.


Além das opções naturais mencionadas, existem sucos com propriedades afrodisíacas e outras plantas medicinais, como a Yohimbe, que podem ser usadas no tratamento deste problema.


A impotência sexual pode ser tratada com medicamentos como o MaxControl ou terapia de reposição com hormônios ou com uso de aparelhos de vácuo, podendo em casos mais graves, ser recomendado a implantação de prótese no pênis. Além disso, em alguns casos, o aconselhamento com um psicólogo ou psiquiatra, a realização de terapia de casal e psicoterapia também são muito importantes, pois ajudam a tratar outros problemas como medos e inseguranças que possam existir.

Toda pessoa preocupada com a sua imagem você deseja ter uma dentição em bom estado, mas há que dizer que, apesar de suas boas intenções nem sempre sabe como obtê-lo. Por isso, apresentamos esses passos, expostos de maneira simples, para melhorar a sua técnica de higiene bucal.


Dentes saudáveis, Higiene bucal, Cárie, Dentes sensíveis, Gengivite, Mau hálito


Olhar bonito sorriso representa, sem dúvida, o resultado de levar a cabo bem sucedido e constante programa de saúde em que se conjugam os esforços do paciente com seu médico dentista de família, mas, antes de tudo, é uma meta que qualquer pessoa pode conseguir com um pouco de disciplina, tanto para os benefícios estéticos que implica, como pelo seu impacto positivo na saúde.


Com efeito, quem descuida a atenção para a sua boca tem aparência desagradável, mas corre o risco de sofrer de doenças como:



  • Cárie. Danos à estrutura dental, por acção de microorganismos, mesmo que se alimentam de resíduos de açúcares e alimentos, gerando ácidos como sucata.

  • Dentes sensíveis. Se manifesta quando o paciente sentir dor ao consumir alimentos frios ou quentes, e se deve a que a raiz ou parte inferior do dente fica exposta ao ambiente.

  • Gengivite. Inflamação das gengivas, que sangram frequentemente e doem quando são tocadas. Deve-Se a ação de bactérias e restos de comida.

  • Doença periodontal. Fase avançada da gengivite, que produz inflamação e infecção dos ligamentos e ossos que servem de suporte para os dentes, ocasionando sua perda.

  • Abcesso dental ou granuloma, ou seja, acúmulo de material infectado que é gerado como uma complicação da infecção de um dente que não foi atendida.

Mais ainda, devemos considerar que “vivemos do que entra pela nossa boca, os alimentos e a água que consumimos, por que uma pessoa que não tem dentes saudáveis não pode desfrutar da comida, que é um fato básico para a vida. Além disso, estes pacientes, em geral, mastigam de forma deficiente e passam o bolo alimentar quase completo, gerando indigestão, prisão de ventre e gases intestinais“, explica o dentista Leonardo Carlos Rosas Dubón.


A desatenção da saúde dental pode ser ainda mais grave se levarmos em conta que as bactérias que ficam na boca podem passar através da saliva ou sangue para outras partes do organismo. “Há estudos que comprovam a existência de sítios de predileção para onde viajam os microrganismos, como as articulações ou o coração, onde podem causar muito dano”.


Melhor lhe devolver o sorriso


O Dr. Rosas Dubón comenta que todas estas assustadoras complicações são evitáveis por meio do acompanhamento de 12 pontos que, por sua vez, pode dividir-se em diretrizes de tratamento específico e de prevenção. Dentro das primeiras, que têm o objetivo de erradicar problemas já existentes, menciona quatro:



  • Remoção da cárie. De acordo com o cirurgião dentista, 90% da população tem esse problema, em maior ou menor medida, e é evidente que, se não recebe atenção pode gerar complicações dolorosas. “Até o momento não há pastas ou elixires que removam as cáries, de modo que recorremos ao uso de uma broca, parecida com uma broca que perfura a peça danificada até remover o conteúdo bacteriológico. Há dentes, onde a lesão é tão profunda que chega ao nervo e geram dores muito intensas, por isso que fazemos uma avaliação através de raio x e determinamos se é viável a endodontia”, que é um procedimento em que se remova a parte interna do dente (polpa) para, em seguida, feche-o. Quanto à aparência estética essas reparações, o especialista esclarece que antes era muito difundido o uso de amálgama de metal, que é muito notória, escurece ao dente e cria pequenos canais em suas extremidades, que favorecem a formação de novas cáries. “Agora utilizamos materiais como resina e porcelana, que são fáceis de colocar, aderem muito bem, duram mais tempo e tem a cor do dente”.

  • Tratamentos de ortodontia. Seu objetivo é alinhar os dentes, pois, quando as peças estão “chuecas” ou fora de sua posição normal, provocam alterações na mastigação e deglutição, além de que dificultam a limpeza, favorecem a acumulação de resíduos e geram cáries e mau hálito. O recurso mais empregado “são os brackets ou freios, e o problema que corrigimos com maior freqüência é causado pelo surgimento do terceiro molar ou “dente do juízo’. Devido à evolução do gênero humano, esta peça passa a cada vez mais afastado e representa um problema em 99% da população, pois empurra os outros dentes e faz com que percam a sua posição normal”

  • Correção de hábitos. Muitas maus costumes alteram o estado da dentição, entre eles chupar o dedo, morder lápis ou canetas, cortar cabos ou embalagem com os dentes, fumar e usar pipa. Sem dúvida, a erradicação destas atividades, com a ajuda de um dentista e até mesmo de outros especialistas (como um psicoterapeuta, no caso de que a origem do problema seja emocional ou por controle de ansiedade), contribuir significativamente para evitar fissuras, danos à gengiva e desgaste do esmalte (camada brilhante e dura que cobre todas as peças)

  • Tratamento de doenças em tecidos moles. A atenção de todo o tipo de ferida ou lesão na gengiva, língua ou chorar (interior das bochechas) contribui para a saúde dos dentes, pois todos estes elementos fazem parte da boca, estão em contato permanente e podem trocar microrganismos.

Antecipar-se ao problema


As medidas de prevenção são de grande importância para evitar muitas complicações e, embora as ouvimos em alguma ocasião, infelizmente, não fazem parte da cultura geral do mexicano.


O Dr. Leonardo Rosas as subdivide em duas categorias, locais e sociais, sendo as primeiras aquelas que dizem respeito aos indivíduos:



  • Limpeza mecânica. Refere-Se ao uso de adequada técnica de higiene bucal para eliminar bactérias e restos de comida. “Em termos gerais, nós sugerimos que os pacientes que a escovação é r ealice, durante 2 a 5 minutos, três vezes ao dia; no entanto, não é uma questão de tempo, mas de qualidade, de que se tenha um horário, mas também que se conheçam as características de sua boca e como usar os instrumentos de higiene”. Sem aprofundar em casos específicos, descreve que o melhor varredura de microrganismos é o que oferecem as escovas elétricas com movimento giratório, e que quando não se conta com esse recurso, você deve comprar uma escova normal de cabeça pequena (número 35 ou 40), de mago reto e com cerdas macias e arredondadas. Quando este implemento é muito duro e os movimentos bruscos e inadequados, as gengivas são danificados e se podem criar cavidades nas peças. Em relação ao fio dental, considera-se que empregar um ou outro dos muitos que existem no mercado não é tão importante quanto o uso de uma técnica de acordo com as qualidades da boca, a mesma que se conhece através da visita ao dentista. No entanto, esclarece que “geralmente aconselha-se o uso de fio com cera quando os dentes estiverem muito juntos ou têm imperfeições, que podem quebrá-lo”

  • Limpeza química. Muito ligada à anterior, engloba o uso de massas, enxágue, gel ou spray para eliminar microrganismos nocivos da boca. Os mais comuns na higiene diária, são os dois primeiros, enquanto que os restantes são usados em tratamentos específicos. As pessoas devem ter cuidado ao escolher estes produtos, já que às vezes contêm substâncias agressivas, que podem danificar a boca e dentes. O especialista desaconselha o uso de uma massa desconhecida, ou que ao utilizá-lo gerar irritação, assim como as que são formuladas para fumadores, dentes sensíveis ou antisarro, se você não tiver qualquer um destes problemas. Também não se recomenda o emprego de substâncias como cinza ou bicarbonato, pois “é tão forte que é como se usássemos uma lixa”. Sobre os elixires orais, a opinião de que há muitos tipos e de boa qualidade, mas alguns têm o álcool, o que pode gerar irritação. “Isso é motivo de que as pessoas não use o tempo que indicam as instruções ou que o dilua com água, e por isso não age como deveria”. Assim, sugere que se use um produto que agrade ao paciente, que inclua em sua fórmula um agente antibacteriano (como a clorexidina), e consultar o dentista, para usá-lo bem.

  • Recorrer a revisões periódicas. As visitas ao dentista devem ser feitos a cada seis meses; elas não apenas se analisa o estado das peças dentais ou se resolvem dúvidas sobre técnica de limpeza e produtos adequados para realizá-la, mas que também são realizados tratamentos específicos de prevenção.Os pais devem levar seus filhos a partir dos dois meses de idade, para que aprendam a limpar sua boca antes que saiam os dentes e para que lhes tomem radiografias de controle. Em crianças mais velhas também é importante a assistência periódica, a fim de que se lhes aplique o flúor, um agente que neutraliza os efeitos da alimentação que levam as crianças, “quase sempre excedida em açúcar, o que favorece o aparecimento de cáries”.Entre muitas outras coisas, a visita ao especialista por parte dos pacientes adultos serve para efectuar clareamento de dentes. “Esta é a técnica de limpeza mais profunda que existe, e que você pode fazer a cada 1 ou 2 anos, sempre sob a supervisão do cirurgião-dentista. Os estudos mostram que uma boa saúde bucal é favorecida se este procedimento é realizado pelo menos duas vezes na vida”.

  • Colocação de selantes de fosetas e fissuras. Muitos pacientes não sabem que têm “dentes retentivos”, ou seja, aqueles que de forma natural possuem sulcos que podem ser aninhadas microrganismos. Para eles existe este recurso, que são resinas de aparência estética que se aplicam para criar superfícies lisas nas peças; de acordo com estudos, previnem cáries até em 99% dos casos.

  • Tratamentos de ortopedia dentomaxilar. São aplicadas em crianças em que se detectam precocemente problemas de alinhamento em seus dentes, seja por fatores genéticos (há famílias em que os ossos maxilares, que sustentam os dentes, são mais pequenos) ou problemas como palato, onde a parte alta da boca não se formou por completo durante a gestação.”Em odontologia, considera-se que este tratamento não é corretiva, pois ainda não tiver surgido uma condição como tal, mas que é de natureza interceptiva. A terapia consiste em colocar aparelhos especiais que se adaptam e ajustam conforme cresce o pequeno e graças ao qual conseguimos que os dentes apareçam no seu site”, descreve Rosas Dubón.

Para concluir, o especialista acrescenta três aspectos preventivos de caráter social que podem contribuir significativamente para melhorar a saúde dental:



  • Interesse dos pais para com os filhos. Em muitas famílias, persiste a ideia de que as doenças que se apresentam na primeira dentição da criança, isto é, os dentes de leite, não têm maior importância. É comum que os pais pensem que não tem nenhum caso de levar o pequeno com o dentista por uma cárie, pois em alguns meses ou anos “vai sair outro dente”; no entanto, essa atitude passa por alto alguns aspectos importantes: a) Os dentes das crianças são proporcionalmente mais largas que as de um adulto, de modo que a raiz e terminações nervosas são também maiores. Assim, a dor de dente que suporta um infante é mais intenso. b) Um pequenino que não se erradica a uma cárie na primeira dentição desenvolve com maior facilidade este mesmo problema em dentes permanentes; a razão é que a presença de bactérias nocivas não termina com a perda da peça afetada, mas a desatenção permite que os microorganismos se difundam com maior facilidade e é aniden na língua, carillos e gengivas.c) A criança não aprende a importância de ir ao dentista, pelo que as visitas a este especialista não se tornam um hábito. Também não tem a oportunidade de corrigir falhas em sua técnica de higiene bucal, já que o problema real, que não é o dente com cárie, mas a desatenção, não se combate.


  • Promover a prevenção e o tratamento oportuno. Dizer do Dr. Rosas, no México, tem gerado esforços para difundir a importância desses temas, como a Semana da Saúde Bucal. Infelizmente, tais medidas não tiveram um impacto sobre a população, talvez porque “às vezes queremos que o Governo resolva tudo e não vemos que a avaliação da saúde, tem que se dar nas pessoas, nas escolas e na comunidade; há que fazer maior esforço para informar, mas também por que cada um que resolva suas dúvidas, que são, finalmente, a origem do medo que se tem dos procedimentos odontológicos”.

  • Especialistas dispostos a atender dúvidas. Do outro lado da moeda encontram-se os encarregados de dar atenção aos problemas bucais, mas também de intervir na divulgação de informações sobre a saúde dental.

“Os dentistas, devemos tentar formar bons pacientes e a deixar bem claro como usar o fio dental ou escova, quais são os tratamentos que realizamos, do que as substâncias químicas utilizadas e outras dúvidas frequentes. “Se a assessoria ao paciente e voltamos um pouco ‘dentista’ sabemos que vai agir com mais responsabilidade e que pode transmitir esses conhecimentos a seu cônjuge, seus filhos, amigos e familiares”.


Assim, o Dr. Leonardo Rosas e conclui: “Quando uma pessoa vá ao consultório dental é altamente recomendável que você pergunte, todas as dúvidas que tenha. Se o especialista não lhe dá a devida atenção ou não responde claramente, é muito provável que esse dentista não seja o que lhe convém”.